Alien: Isolation

Todo fã de ficção científica que se preze conhece a quadrilogia ALIEN no qual um alienígena impiedoso e agressivo persegue e mata a tripulação de uma nave espacial. Agora 17 anos após o ultimo filme o game ALIEN : Isolation

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Área 51

Umas das entradas para a base militar No deserto de Nevada (EUA) existe uma base militar que intriga a todos sobre o que é feito lá dentro. Conhecida como ÁREA 51 a base deveria ser um lugar secreto onde provavelmente se

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7 cursos grátis para você aprender astronomia na internet

Você não precisa passar o fim de semana inteiro entediado, apenas subindo e descendo o feed de notícias do Facebook. A partir de hoje, todas as sextas-feiras, a GALILEU vai dar dicas de cursos grátis para você fazer na web.

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Astrônomos brasileiros descobrem 652 novos aglomerados estelares

OS AGLOMERADOS SÃO, EM SUA MAIORIA, PEQUENOS (FOTO: CAMARGO/BICA/BONATTO) Um grupo de astrônomos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) descobriu 652 novos aglomerados estelares. O estudo foi conduzido pelos pesquisadores Denilso Camargo, Eduardo Bica e Charles Bonatto

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Desenvolvido por pesquisadores das universidades de Cambridge e de Queen Mary, da Universidade de Londres, um novo modelo de buracos negros pode contrariar tudo o que sabemos sobre teoria da relatividade geral de Einstein. Em uma simulação desenvolvida pelos computadores das escolas, esse buraco negro seria fino, em formato de anel, com algumas "protuberâncias" mais gordas conectadas por cordas que, eventualmente, ficam tão finas que acabam por se tornar pequenos buracos negros por conta própria. Para ficar mais claro, os pesquisadores definiram essa dinâmica como "uma corrente de água caindo da torneira vai se tornando apenas gotas d'água", quando o mecanismo é desligado.
cOMO FUNCIONA A SIMULAÇÃO DO BURACO NEGRO (FOTO: UNIVERSITY OF CAMBRIDGE)
Por que essa descoberta é importante? Porque esses buracos negros foram imaginados em 2002 e, desde então, essa é a primeira vez que essas estruturas conseguem ser simuladas corretamente. Se eles realmente existirem (e elees só são possíveis em Universos com cinco ou mais dimensões!), esses buracos negros causariam singularidades nuas, ou seja, sem horizonte de eventos.

A singuralidade é um ponto no tempo em que a gravidade é tão intensa que o tecido do espaço, do tempo e até mesmo da física são completamente destruídos. Na Teoria da Relatividade, Einstein atesta que a singuralidade existe dentro dos buracos negros, e que eles são contornados pelo horizonte de eventos, que é o ponto onde de torna impossível escapar da gravidade do buraco negro. "Enquanto a singularidade permanece 'atrás' do horizonte de eventos, ela não cria problemas e a relatividade geral se mantém", explica Markus Kunesh, co-autor do estudo. O problema é que a singularidade nua não tem horizonte de eventos, logo, as leis da física não se aplicam a ela – e se tornam inteiramente questionáveis. 

Para Saran Tunyasuvunakool, que também trabalhou no projeto, as implicações dessa "quebra" da Teoria de Einstein são muito sérias. "Se a relatividade geral for quebrada,tudo vai estar de cabeça para baixo e nossa capacidade de prever eventos é perdida; ela não poderá ser considerada a única teoria a explicar o Universo", contou.

Contudo, as notícias são mais positivas que negativas. A pesquisa realmente empurrou o processamento dos computadores até o limite, de acordo com o time de pesquisadores, e é um primeiro passo importante para testar a teoria de Einstein em dimensões cada vez maiores e compreender até que ponto ela se confirma. Por enquanto, sabemos que nosso Universo tem quatro dimensões, o tempo sendo a quarta delas, e que a Teoria de Einstein passou em todos os testes. 

Mas estudos indicam que ele pode ter até onze dimensões, embora nós, humanos, só consigamos perceber três delas. A única forma de fazer simulações com novas dimensões é por meio de experimentos com aceleradores de partículas, como o LHC. Se essas dimensões se provarem reais no futuro, é possível que Einstein esteja errado – e que há muito mais a se descobrir e explorar no nosso gigante Universo. 

FONTE: Revista Galileu