Estação
Espacial Internacional
A Estação Espacial Internacional (EEI) é um laboratório
espacial completamente concluído, cuja montagem em órbita começou em 1998 e
acabou oficialmente em 8 de Junho de 2011.
A estação espacial encontra-se em órbita em torno da Terra
a uma altitude de aproximadamente 360 quilômetros, e viaja a uma velocidade
média de 27.700 km/h, completando 15,77 órbitas por dia.
Utilizada continuamente para realização de experiências
científicas (algumas cuja realização na superfície terrestre seriam de elevada
dificuldade, mas de relativa facilidade em órbita) atualmente a estação está
pronta para suportar tripulações de seis elementos, até julho de 2006, todos os
membros da tripulação permanente provinham dos programas espaciais russos ou
norte-americanos. Entretanto a partir dessa data, a EEI tem recebido
tripulantes das Agências Espaciais Europeia, Canadiana e Japonesa. A Estação
Espacial também já foi visitada por muitos astronautas de outros países e por turistas
espaciais.
Tendo 14 módulos pressurizados com aproximadamente 1 000
metros cúbicos de volume esses módulos incluem laboratórios, compartimentos de
docagem de espaçonaves, câmara de despressurização, nodos de ligação e áreas de
vivência. Cada módulo foi lançado através dos ônibus espaciais, foguetes Proton
ou Soyuz.
Acima podemos observar as várias partes da estação espacial e seus respectivos construtores .
O Brasil na Estação Espacial
O Brasil assinou um acordo exclusivo e direto com a NASA para produzir hardware e, em troca, ter acesso aos equipamentos norte-americanos além de permissão para enviar um astronauta brasileiro à estação,o que aconteceu em 2006, quando o brasileiro Marcos César Pontes, o primeiro astronauta lusófono, esteve na estação, onde permaneceu por uma semana, transportado por um foguete russo.
Contudo, o Brasil está atualmente fora do projeto de construção da Estação Espacial Internacional, devido ao não cumprimento, da empresa subcontratada da Embraer, do contrato assinado, que foi incapaz de fornecer o Palete EXPRESS prometido. Após quase dez anos de participação, o país deixou de ser considerado na lista de fabricantes da base orbital. Segundo o especialista John Logsdon, diretor do Instituto de Políticas Espaciais da Universidade George Washington e membro do Comitê de Conselho da Nasa, "já é tarde demais para o Brasil fazer qualquer coisa, a não ser tornar um usuário da estação".
FONTE:Wikipédia, O Brasil na Estação Espacial Internacional
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